Paraíba alcança liderança nacional no Serviço de Família Acolhedora de crianças e adolescentes

A Paraíba passou a ocupar o primeiro lugar no ranking nacional de acolhimento em família acolhedora, elevando de 16,27% para 19,02% o percentual de crianças e adolescentes atendidos nessa modalidade.

O Serviço de Família Acolhedora é uma alternativa ao acolhimento institucional e permite que crianças e adolescentes afastados temporariamente da família sejam acolhidos por famílias previamente cadastradas e preparadas, garantindo cuidado, proteção e convivência familiar, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O resultado é atribuído às ações da Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desenvolvidas em parceria com instituições como Ministério Público, Defensoria Pública, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH) e Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CEDCA/PB).

Entre as iniciativas estão as Jornadas para a Infância e Juventude, mentorias técnicas, a Nota Técnica nº 01/2026 para orientar os municípios, a Carta de Esperança, o Painel BI “Infância Protegida” e a atualização de dados no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), fortalecendo a implantação do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SFA).

Para a coordenadora da Coinju, juíza Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa, “Essa conquista é fruto de um esforço coletivo e demonstra que, quando instituições e pessoas trabalham unidas em favor da infância e da juventude, os resultados aparecem. Nossa sincera gratidão à Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, pela confiança depositada na Coinju e pelo compromisso institucional com essa política pública, e a todos os magistrados e magistradas que acreditaram no projeto e contribuíram decisivamente para este resultado”. A magistrada acrescentou: “Seguimos motivados para avançar ainda mais, certos de que cada família acolhedora representa uma oportunidade concreta de cuidado, proteção e esperança para crianças e adolescentes que mais precisam”.

Difusora1 com informações do Resenha Polítika

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