Presidente de Cuba Miguel Diaz-Canel reage as ameaças de Trump
O mandatário norte-americano afirmou que a ilha não terá mais o petróleo que recebia da Venezuela.
O mandatário norte-americano afirmou que a ilha não terá mais o petróleo que recebia da Venezuela.
Ameaças de Trump contra Cuba surge dias após os EUA derrubarem o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.
Caracas reforçou a denúncia internacional contra ataques americanos do último sábado e confirmou a chegada de uma delegação americana ao país.
O texto teve apoio de 5 republicanos e deve passar por mais votações.
A aprovação ocorreu apesar da oposição da França, da Irlanda e de outros países que temem impactos negativos sobre o setor agrícola, relataram diplomatas europeus.
De acordo com o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, medida visa “consolidar a paz” e a “convivência pacífica” na Venezuela.
A decisão de Trump de se retirar de organizações que promovem a cooperação entre nações para enfrentar desafios globais ocorre enquanto sua administração lançou esforços militares ou emitiu ameaças que abalaram aliados e adversários.
Segundo Marco Rubio, projeto americano quer estabilizar o país primeiro, para depois promover a recuperação econômica e o acesso dos EUA ao mercado do país, e então retirar o chavismo do comando.
Segundo os Estados Unidos, embarcações violaram sanções comerciais.
O departamento de Justiça dos EUA reescreveu acusação após ação militar em Caracas e mudou linguagem sobre Cartel de Los Soles e atuação do ex-presidente venezuelano, segundo 'New York Times'. Casa Branca insistiu, em meio à escalada militar, que Maduro liderava o cartel.