Bombeiro morre ao tentar combater incêndio na zona leste de São Paulo
A informação foi confirmada pela Defesa Civil.
A informação foi confirmada pela Defesa Civil.
A informação foi dada com exclusividade pela Difusora Rádio Cajazeiras, no programa 'Boca Quente II', pelo radialista Silvano Dias.
De acordo com a defesa das acusadas, o advogado Fábio Falcão Dantas, o julgamento foi adiado porque o pedido da mudança do local de julgamento foi em cima da data.
O júri popular de Francisco Erismar está marcado para esta segunda-feira (12), na cidade de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba. Ele é acusado de matar a ex-companheira,…
A prisão do casal aconteceu após a Polícia Militar se dirigir até a casa do homem para cumprir um mandado de prisão, quando os agentes policiais encontraram uma mochila com balança de precisão, dinheiro fracionado, maquineta de cartão de crédito, entorpecentes, e outros materiais utilizados no tráfico de drogas.
Após as imagens virem a público, o secretário de Saúde do Estado, Jhony Bezerra, anunciou a exoneração do médico, que prestava serviços ao Hospital de Trauma de João Pessoa e também ocupava o cargo de diretor técnico do Hospital Trauminha de João Pessoa.
Após uma denúncia ser realizada, a mulher foi localizada e encaminhada para prestar depoimentos na Central de Polícia Civil, onde permanece presa. A delegada deve ser encaminhada para a audiência de custódia nesta quinta-feira (8).
Com a suspeita, natural do Ceará, foram encontradas duas malas contendo 33 tabletes, com peso total de 26 kg de haxixe.
Quem vai presidir às sessões será a juíza da 1ª Vara Mista de Patos, Isabella Joseanne Assunção Lopes Andrade de Souza. O primeiro julgamento acontece no dia 19 e tem como réu Clóvis Cavalcante Filho. De acordo com os autos, no dia 25 de abril do ano passado (2023), por volta das 13h, no Bairro Sete Casas, próximo ao colégio Zefinha Mota, município de Patos, o réu e mais um homem ainda não identificado, aproveitando-se das relações domésticas, matou sua ex-namorada, Karolayne Oliveira de Souza, que estava grávida. O crime teria acontecido por razões da condição do sexo feminino e mediante recurso que dificultou sua defesa.