Lewandowski entrega carta de demissão do Ministério da Justiça a Lula
Ministro justificou que decisão é por motivos pessoais e familiares.
Ministro justificou que decisão é por motivos pessoais e familiares.
Com a retomada das atividades da Câmara dos Deputados e do Senado Federal prevista para início de fevereiro, a entidade espera sensibilizar os parlamentares para que não aprovem pautas que devem intensificar a situação calamitosa dos Municípios.
Cida Ramos afirmou que Pedro Cunha Lima “precisa dizer o que ele é”, destacando que, em sua avaliação, não é possível ocupar espaços de liderança sem assumir posições políticas claras.
Parlamentares se posicionaram por meio de notas e publicações em redes sociais. Entre eles, o relator do projeto na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), que criticou anúncio.
Presidente disse que condenados tiveram direito a ampla defesa.
Cida explicou que o processo está em fase de diálogo interno, com escuta ativa das bases partidárias em todo o estado.
Episódio completa três anos neste ano. Evento no Salão Nobre do Palácio do Planalto prevê atividade na área externa do prédio, e contará com a presença de parlamentares.
Em comentário no programa CNN 360° (CNN Brasil), Pedro Venceslau afirma que a articulação também envolve o presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos), pré-candidato a reeleição, e quem Lula tem feito acenos.
A decisão foi tomada em sessão extraordinária e aprovada pela maioria dos parlamentares, com ausência apenas do vereador Clóvis do Loi (MDB).
Atualmente há tendência de apoio de Pedro Cunha Lima à pré-candidatura de Cícero Lucena (MDB).