Nabor Wanderley nega articulação com Cícero Lucena e elogia Adriano Galdino como nome forte para vice em 2026

O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Republicanos), pré-candidato ao Senado Federal nas eleições de 2026, negou nesta terça-feira (10) qualquer articulação política com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, voltada à construção de votos para o Senado. A declaração foi feita em meio às especulações sobre a formação da chapa majoritária governista para o próximo pleito estadual.

Ao comentar o cenário político, Nabor se posicionou após declarações do deputado federal Murilo Galdino, que apontou o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, como um possível nome para ocupar a vaga de vice-governador em uma eventual chapa encabeçada pelo atual vice-governador Lucas Ribeiro.

Segundo Nabor Wanderley, a defesa do nome de Adriano Galdino para a composição majoritária parte de uma decisão pessoal do próprio presidente da ALPB, mas não deixa de ser, na avaliação dele, um nome com grande potencial político. “É uma decisão pessoal de Adriano, mas é um nome que com certeza acrescentaria muito à chapa”, afirmou o prefeito de Patos em entrevista à imprensa.

Nabor destacou que Adriano Galdino reúne atributos considerados estratégicos para uma chapa competitiva em 2026, como forte base eleitoral, trânsito político em diversas regiões do estado e liderança consolidada no Legislativo paraibano. “Ele é uma liderança forte, tem base em toda a Paraíba, trânsito político dentro da Assembleia e uma história de trabalho pelo estado”, ressaltou.

De acordo com o prefeito, essas características garantiriam, inclusive, respaldo interno dentro do Republicanos, partido ao qual ambos são filiados. “Se ele tomar essa decisão, tenho certeza de que terá o apoio de todos nós”, declarou, ao sinalizar que o nome de Adriano seria bem recebido pela legenda em uma eventual disputa pela vice-governadoria.

Nabor Wanderley também enfatizou que a escolha do vice em uma chapa majoritária deve seguir um critério de soma política e fortalecimento do projeto eleitoral. Para ele, mais do que ocupar um espaço, o candidato a vice precisa contribuir efetivamente para a campanha e para a governabilidade. “O vice tem que trazer alguém que some e que possa ajudar com o projeto. A gente tem que ter a sensibilidade de entender que a pessoa escolhida tem que vir para somar e ajudar a chapa”, pontuou.

Apesar de defender publicamente o nome de Adriano Galdino, Nabor reiterou que não participa de articulações paralelas envolvendo outros gestores, como o prefeito de João Pessoa, e reforçou que seu foco, neste momento, está na construção natural de seu projeto político rumo ao Senado Federal em 2026.

Redação D1

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