Hugo Motta defende PEC da Blindagem e diz que debate foi distorcido
O presidente da Câmara articulou votação alvo de protestos de domingo.
O presidente da Câmara articulou votação alvo de protestos de domingo.
As manifestações, que ocorreram em todas as capitais, foram uma resposta à aprovação na Câmara da PEC que blinda parlamentares de processos e da urgência do projeto da anistia a condenados pelo 8 de Janeiro.
O caso é sobre a atuação de Eduardo junto ao governo dos EUA para levantar sanções contra o Brasil e autoridades do Judiciário. Objetivo, segundo a PGR, era reverter o julgamento do pai, Jair Bolsonaro, por golpe de Estado.
A decisão atendeu a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pelo governador João Azevêdo (PSB), em meio ao impasse entre Executivo e Legislativo estadual sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.
A declaração foi feita durante entrevista à imprensa, na qual destacou a importância de somar esforços para enfrentar a atual estrutura governista.
A fala de João Azevêdo ocorre em meio às articulações de Veneziano, que busca atrair o PT para fortalecer Cícero Lucena nas eleições municipais.
O prresidente da Comissão e relator afirmaram ser contra medida.
Em Cajazeiras, ele recebeu o respaldo de importantes nomes ligados ao partido Republicanos, entre eles o ex-presidente da Câmara Municipal, Eriberto Maciel, além de suplentes de vereador e outras lideranças políticas locais.
Café da manhã reuniu Cida, Lucas Ribeiro, Vaulene Rodrigues e Jaldes Meneses na manhã de hoje (Foto: reprodução)
Anistia aos atos de 8 de janeiro, PEC da Blindagem e investigações da CPMI do INSS dominam a pauta legislativa, enquanto projetos sobre saneamento e regulação das big techs avançam em comissões.